20 abril 2012

SANTOS!

Um time de futebol ou o nome daqueles que a igreja católica canonizou. Vamos ficar com a primeira opção: apenas um time de futebol, o Santos!

Lembrei do Santos, pois é um time que tem um nome que gosto, apesar de torcer mesmo para o Goiás, vai entender. Lembrei do Santos também pois é o time do meu sogro, figura que amo.

Por fim, lembrei do Santos pois estou estudando com um santista que não me deixa esquecer o Santos. Torcedor fanático!




Fiquei pensando como é torcer para um time...

Saber quem é o técnico, os jogadores, a forma de jogo, o artilheiro, a última contratação, ou o último escândalo, ter a camisa, saber quando será o próximo jogo, poder falar quais foram os títulos do passado, enfim, conhecer!

Se um colega fala que o time é ruim, você está pronto, com argumentos infalíveis para dizer “que nada, quem foi o campeão da copa tal?” ou “você viu o drible do Fulano em cima do Ciclano?”, ou ainda “mas com quantos pontos estamos? Você sabe nossa posição na tabela?”.

Ou seja, pensando no Santos, no time de futebol do nosso coração, lembrei de nossa crença, nossa fé ou no que dizemos que cremos ou acreditamos. Estaria você capaz para explicar por que você é ateu ou crente?

Sim, quais são os motivos, as razões, os argumentos que te levam a viver e professar o que você dize crer ou não? Poderia você me listar as causas, os “títulos” ou  “dribles” do seu “time”?

Dizer “fé” é raso demais, não explica, não convence, não vale! “Ah, eu torço por que meu pai torcia!” qual é, nada disso. Busque saber por que, estude saiba a história, o sentido, as provas ou comprovações, ou mesmo da onde vem o que você chama de “fé”!

Eis um versinho que gosto muito...

I Pedro 3.15 “Estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vos”.

Ps.: A gente só defende o que a gente conhece!

26 fevereiro 2012

VAMOS MATAR DEUS!

Eu sei que parece maluquice, pretensão ou até pecado da minha parte, mas eu queria te convidar a pensar nisso: MATEMOS DEUS!

Bem sei que eu e você não somos assassinos, portanto imaginemos isso, porém em uma situação real possível e plausível, que sim, já aconteceu e acontece ainda hoje.

Um filho desgostoso com o pai toma uma decisão: dará seu pai como morto! Pronto, é isso,  sairá de casa e começará uma vida nova. E assim o faz!



Então esse moço se inscreve para um novo emprego em outra cidade, e a primeira coisa que lhe pedem é para preencher um formulário que traz um campo que agarra sua atenção: FILIAÇÃO!

Escrever ali, naquele campo em branco esperando uma resposta: “Não tenho!”, obviamente pareceria loucura. Qualquer contratante pensaria duas vezes antes de contratar um maluco desses “ora, SEM pai???”. Desconhecido talvez, mas SEM pai???

Supondo que ele atravessasse esse primeiro desafio, construir a vida é eventualmente conhecer alguém e como qualquer um, esse moço está num restaurante conversando com uma moça:

-        Qual seu nome?
-        Fernanda Vieira, e o seu?
-        Carlos.
-        Carlos de quê? Ela retruca.

Xeque-mate tremendo em sua cabeça, mas ele ousa dizer o que pensou:

-        Carlos... Carlos Só.

Ah vá! Nenhuma garota em sã consciência entraria numa relação com um maluco desses.

Enfim, negar a existência do pai de fato não o mata. E viver como se ele não existisse tão pouco. As evidências, situações e a própria vida clamam sua existência, entende?

Olhe a cadência das coisas ao redor de nossa vida, macro ou micro. Tudo, tudo aponta para um Criador. Desde o balé perfeito entre Sol, Lua e Estrelas, até a “sabedoria” das abelhas e sua anatomia, que gritam: Deus, Deus, DEUS!!!

Salmo 10.4 "O perverso, na sua soberba, não investiga; que não há Deus são todas as suas cogitações".

Baixa essa arma, isso é bobagem!

15 fevereiro 2012

Azeitonas!

Quero te contar a história dela: Nawal!
Na verdade uma das histórias dela, ela protagoniza várias!

Ela já é uma senhora, uma senhora bem vaidosa. Sempre nos recebeu bem
vestida, maquiada, alegre, e com roupas que arrancavam nosso: "tá bonita, hein?".
Nawal, é a esposa do Anis. Um casal especial que nos recebeu em Nazaré, Israel.
Moramos com eles os últimos dias para trabalharmos um pouquinho juntos.

Pois foi numa dessas que eles nos levaram para conhecer uma terra que compraram faz algum tempo. Essas coisas que são explicadas só por um milagre.
Esse casal nos colocou (eu, minha esposinha e outra voluntária) numa caminhonete, e por paisagens únicas; pedras, pasto, árvores, pinheiros e muito frio, que chegamos na "terra".
Coisa de filme, paisagem difícil de explicar e eis uma humilde plantação de azeitonas. Aqui chamadas de "Olive Tree". Lindas!

Umas já maiores, outras ainda bêbê. Mas juntas, bem como você imagina uma plantação, elas lá, enfileiradas.
De repente, aquela senhora que lhe falei agorinha mesmo, segura com uma das mãos seu elegante sobretudo e, se agachando, começa a arrancar ervas daninha do terreno.
Obviamente ela estava sem luvas e com belos esmaltes, lembra que falei que ela é vaidosa, né?

Aquela cena mexeu demais comigo. Por vários motivos. Mas o principal foi o pouco caso que fez de sua "honra", de qualquer status, pose ou escravidão à posição ou vaidade, e simplesmente se abaixou e arrancou ervas daninhas que fatalmente consumiriam as energias de suas "Olive Trees".

Me lembrei na hora da Bíblia, de Jesus Cristo, pois sendo Deus, tendo todo o poder, sendo Rei, Majestade, Glória, veio ao mundo, deixou de lado sua "pose", seu "conforto", se agachou ao nosso nível se fazendo homem. Simplesmente para arrancar com as próprias mãos a erva daninha que é o pecado que nos consumiria. Via aquela senhora e me lembrava de Cristo. Quem sabe, Ele ali, sob os joelhos, "sem precisar" daquilo, se sujando com terra, arrancando com as próprias mãos o pecado da minha vida.

Obrigado pelo exemplo, Nawal!

João 3.16 "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna".

Pela Cruz,
Carlos Henrique

Ps.: Azeitonas são a cara de Jesus depois dessa!